Do Necessário para a Comodidade dos Povos : urbanização e civilidade no território sul-mineiro - Baependi (1754-1856)

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Autoria: Maria Cristina Neves de Azevedo
Editora: Fino Traço Editora

ISBN: 978-85-8054-477-0
Páginas: 462
Publicação: 2022  1º Edição
Encadernação: Brochura

Sinopse

O livro "Do necessário para comodidade dos povos: urbanização e civilidade no território sul-mineiro – Baependi (1754-1856)" oferece significativa discussão, rica abordagem teórica e analítica e reflexões originais. Resultado de importante pesquisa histórica, conduzida a partir do diálogo interdisciplinar e multiescalar, este livro traz questões relacionadas ao povoamento do sul de Minas Gerais, à história territorial, às paisagens em sua interação com os processos de produção do espaço urbano, problematizadas ao longo de cinco capítulos. Manejando fontes documentais diversas, o livro nos conduz à descoberta e à leitura prazerosa sobre o processo de povoamento do território onde está localizada a cidade de Baependi, conduzindo-nos pela discussão acerca da freguesia de Nossa Senhora de Monserrat e à formação do arraial até à problematização sobre criação da Vila de Santa Maria do Baependi, suas especificidades e produção do espaço urbano, com destaque para a arquitetura das águas. Destina-se a pesquisadores do campo e áreas correlatas à história e ao público em geral, interessado em questões relacionadas à pesquisa histórica.

Sumário

Lista de abreviaturas

 

Agradecimentos

 

Prefácio

 

Baependi: território e povoação do caminho, sul das Minas

 

Introdução

 

Capítulo I

A construção de um território ao sul das Minas dos Cataguases

1.1 Territórios e territorialidades de Baependi em uma longa duração

1.2 Os significados do topônimo Baependi e a construção do território

1.3 Registros do topônimo no Caminho Velho de São Paulo às Minas: territórios e territorialidades na cartografia

 

Capítulo II

A ocupação fundiária pelas solicitações de sesmarias

2.1. O vocabulário de ocupação nas cartas de sesmaria: Aiuruoca, Baependi e Pouso Alto

2.2. Terras de cultura e campos de criar no sul de Minas

2.3. Da utilidade da povoação daquele inculto continente

 

Capítulo III

A freguesia de Nossa Senhora de Monserrat e a povoação de Baependi: territórios a serviço da Coroa

3.1 A capela familiar na Fazenda do Engenho como matriz de Freguesia

3.2 Do sertão que foi tomado para as Minas Gerais: disputa territorial em área de atividades agropecuárias na comarca do Rio das Mortes

3.3 A criação do arraial em “terra de santo” no Campo do Formigueiro: sobreposição dos espaços sagrado e profano na ordenação urbana de Baependi

 

Capítulo IV

A Vila de Santa Maria entre o urbano e o rural

4.1 De arraial de Baependi à Vila de Santa Maria: regularidade de tradição portuguesa

4.1.1. A criação da Vila de Baependi

4.2. Indícios de regularidade urbana na vila de Santa Maria de Baependi: topografia como oportunidade, tradição, experiência e conveniência

4.2.1. Cartografar, proteger, ocupar e explorar terras: o conhecimento técnico como instrumento de povoamento

4.2.2. Regularidade como experiência e conveniência em Baependi, Minas Gerais

4.3 A constituição do espaço urbano da sede da Vila de Santa Maria de Baependi nas Décimas dos Prédios Urbanos (1815-1833)

4.3.1 A Décima dos Prédios Urbanos nas Minas Gerais

4.3.2 A Décima Urbana em Baependi

 

Capítulo V

Arquitetura da água: equipamentos urbanos e qualificação do espaço

5.1 Antecedentes dos aquedutos, chafarizes e fontes: Lisboa e Porto, séculos XVIII e XIX

5.2 A água e a ordenação do espaço na Vila de Santa Maria de Baependi

5.3 Arquitetura da água na documentação da Câmara de Baependi

5.3.1 Captação: nascentes e a Mãe d’água

5.3.2 Aquedutos, Regos e Canos

5.3.3 Chafarizes, Fontes e Bicas

 

Conclusão

 

Referências

 

Fontes

 

Impressos

 

Obras de referência

 

Bibliografia

 

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